terça-feira, 20 de setembro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Hoje é isto.


Estou um bocadinho melancólica. Quase triste

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Coisas que ainda não sei se gosto...

Galochas. Acho uma certa graça nos pés dos outros mas depois nunca me imagino a ir para lado nenhum com umas. Há uns anos a Lanidor tinha umas brancas com rosas vermelhas... lindas lindas de morrer. Nunca as comprei e hoje arrependo-me... Essas sim eram práticas e fashion. Agora que as galochas se banalizaram não encontro nenhumas que goste... as todas lisas fazem-me sempre lembrar as vindimas... quando era pequenina e ia pisar as uvas para o lagar com o meu avô :D Com padrões não tenho encontrado nenhumas que me satisfaçam... mas não vou desistir facilmente :)

A Rita Pereira é gira que se farta e fica bem de qualquer maneira :)

Gosto destes...




quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Coisas que gosto mas (ainda) não tenho a coragem de usar!

Do casamento...

Houve uma regressão nos preparativos e afinal a Quinta ainda não está escolhida :|

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Coisas que adoroooooo

Ler. Livros. Revistas. Jornais. Gosto muito de ler e, apesar de hoje em dia não ler tanto quanto gostaria, quando era mais nova (e consequentemente tinha mais tempo) lia livros de enfiada... uns atrás dos outros. Numa semana despachava dois ou três livros. Se me deixassem estar o dia todo a ler, era capaz de ficar horas descansadinha enfiada no meu quarto sem ninguém me chatear a aproveitar o prazer de ler um bom livro.
Ultimamente há poucos livros que me enchem a alma. Entretenho-me mais com revistas, é um facto. Adoro o prazer de folhear uma boa revista.... às vezes não acabo de as ler e vou acumulando revistas em cima de revistas na minha secretária... neste momento até o sofá do meu quarto está cheio delas... guardo-as sempre para depois recortar o que gosto mais... seja um look, um sítio para conhecer ou um artigo interessante.
No últimos tempos as minhas prioridades e preocupações têm sido outras... pelo que isto é o que tenho comprado mais :)
Já comprei todas as que havia na papelaria da minha rua mas apetece-me mais... alguem tem mais alguma sugestão?! :)

Coisas que me surpreendem...

E não posso deixar de sorrir :)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Coisas que eu não percebo...

No outro dia estava numa festa e vi uma rapariga de cai cai (verde) e alças de soutien (brancas) por baixo (já sabem o que penso sobre isto!). Qual não é o meu espanto quando me aproximo e vejo que o soutien é daqueles que dão para tirar as alças... Agora pergunto-me: esqueceu-se de as tirar? Achou que ia melhor assim? Viu-se ao espelho e pensou Assim é que eu vou mesmo bem? Expliquem-me, por favor, por isto vai muito além da minha compreensão.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O meu lema de vida...

Inspiração para o outfit de hoje...

Hoje estou assim.
Ultimamente ando louca com rendas e tenho usado e abusado desta tendência tão feminina.

Constatação do dia...

Sou muita convencida, não sou? :)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Há alturas em que é mais forte que eu...

Sou demasiado crítica. Não consigo evitar. Confesso que tenho uma lista infindável de blogs que sigo e leio diariamente. Gosto especialmente quando colocam fotos com os seus looks, mas raramente me sinto satisfeita com o resultado. Há excepção de, no máximo umas 5 blogueres, que gosto de ver, a maioria é mais do mesmo. Roupas básicas, mal conjugadas, mas com a mania que são fashion só porque parecem um catálogo de determinada marca.
A roupa até pode ser muito gira, mas falta estilo, personalidade, charme... e isso minhas queridas não se compra. Mas aprende-se. Basta tentar ser original.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Sinto que a vida regressa à normalidade quando...

* Fui a um casamento e diverti-me bastante
* Tive vontade de ir às compras

Estes foram os meninos que vieram comigo para casa

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

E por hoje é só.

Obrigada a todas pelo carinho nestes dias difíceis.

Mas que Deus é este em que eu acredito?!

Há dias em conversa com o meu amigo padre, perguntava-lhe isto mesmo... mas que raio de Deus é este em que eu acredito?!
Explicava-lhe que nunca tivera grandes questões que me afastassem da Igreja Católica e mesmo nas questões com as quais não concordo, acho que são coisas terrenas e que em nada entram em conflito com aquilo em que acredito. Sempre andei na catequese e participei no dia a dia da minha paróquia.No entanto, há 6 anos, essa realidade mudou. Uma grande amigo foi brutalmente assassinado e morreu. A última vez que nos vimos foi numa tremenda coincidência (às vezes pergunto-me se terá sido a maneira que Deus arranjou para me despedir dele) e combinámos um café na semana seguinte para falarmos com calma. Esse café nunca chegou a acontecer. Com a Sua morte, a minha distância de Deus foi inevitável... para mim, o Deus em que acreditava não deixaria um filho Seu morrer assim... Na altura, procurei respostas mas não as encontrei. Deus leva os bons para junto d'Ele, São os desígnios de Deus ou Deus sabe o que faz são respostas que não me satisfazem.
Durante esse ano afastei-me um pouco de Deus, sem me afastar da Igreja... continuei a dar catequese e em todas as outras actividades da minha paróquia... no fundo, eu sentia a necessidade de continuar ali. Nunca deixei de acreditar em Deus, estava apenas revoltada com Ele. Queria afastá-Lo mas sentia-O presente na minha vida. Não tenho outra forma de explicar isto, porque de facto era mesmo uma luta que eu tinha comigo e com Deus.
Sempre tive Deus como O Melhor Amigo, Aquele que está sempre lá, que tudo pode, "A Deus nada é impossível" e, para mim, este Deus tinha-me falhado.
E não compreendia as pessoas que, com a morte de alguém próximo, se aproximam da Igreja. Eu sentia como se um amigo me tivesse traído.
Passado um ano, senti uma grande necessidade de me reaproximar de Deus e todos os dias ia à missa... refugiava-me um bocadinho ali.
Acho que consegui alguma coisa, mas não foi o suficiente. Passados estes anos, comecei a sentir-me mais próxima, mas este era um trabalho ainda incompleto e que eu não sabia muito bem como o continuar...
O meu amigo padre está de férias. Estava a ajudar-me nesta aproximação e estava a dar frutos. Dizia-me ele para ser forte, que  também imagina um Deus que cobre a face com as grandes mãos para chorar quando isso acontece... Que a nós cabe-nos trabalhar e viver para que isso nunca aconteça...
Amigo Padre (aqui não te posso tratar pelo nome!) sei que agora que a minha relação com Deus estava novamente no bom caminho, veio mais uma provação... Não sei se me conseguirás ajudar desta vez. Mas sei que vais tentar. És dos poucos que me restam... Não desistas. Eu prometo que vou tentar.


A vida tem que continuar...

Esta é, infelizmente, uma dor que eu já conheço bem. Não conheço a dor de perder um familiar ou um amor, mas a dor de perder um amigo já se começa a tornar demasiado habitual na minha vida. Habitual mas à qual eu não me habituo. Nos últimos 5 anos (quase 6) perdi 3. Acidente. Doença. Assassinato. Este foi o quarto e ainda não se sabe a causa de morte. Veio tudo com grande secretismo da Guiné. Eu sei que a vida tem de continuar. Não posso continuar fechada em casa, revoltada com este mundo e com o outro. Amanhã é dia de voltar ao trabalho. Sábado é dia de casamento e no domingo sei que já me sentirei melhor. Fico sempre a sentir-me culpada quando esboço o primeiro sorriso após a morte de alguém que me é querido.
Sei que mais uma vez vou aprender a conviver com esta dor, com estas saudades, que me vou esquecer da sua voz tão característica (custa-me tanto não me lembrar das suas vozes). Sei que daqui a uns meses já conseguirei sorrir quando se falar dele, que relembrarei os seus disparates com um sorriso cheio de lágrimas e me sentirei confortada / abençoada por saber que um dia a minha vida se cruzou com a dele(s).

A vida tem que continuar...

Não me apetece comer. Não me apetece dormir. Não me apetece chorar. Não me apetece rir. Não me apetece sair. Não me apetece estar em casa. Não me apetece sentir sequer. A única coisa que me apetecia era estar contigo. Horas e horas a fio. Como nos (não assim tão) velhos tempos, que nunca mais se voltarão a repetir.